A
Bíblia não é um livro todo codificado, como alguns pensam, muito menos esconde
uma mensagem que ninguém pode entender. Pelo contrário, é uma revelação de
verdades ocultas! Mas veja bem, isso para quem crê em Jesus e é controlado pelo
Espírito Santo, porque quem tem poder para revelar aquilo que está escrito é o
Espírito Santo. Olha o que Jesus disse em João capítulo 14 15-17; 25,26:
“Se
vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos. E eu pedirei ao Pai, e ele dará
a vocês outro Conselheiro para estar com vocês para sempre, o Espírito da
verdade. O mundo não pode recebê-lo, porque não o vê nem o conhece. Mas vocês o
conhecem, pois ele vive com vocês e estará em vocês”... ““Tudo isso tenho dito
enquanto ainda estou com vocês. Mas o Conselheiro, o Espírito Santo, que o Pai
enviará em meu nome, ensinará a vocês todas as coisas e fará vocês lembrarem
tudo o que eu disse.”
Quando
Jesus é questionado porque falava em parábolas, ou seja, de forma simbólica, Jesus
respondeu:
“A
vocês Deus mostra os segredos do Reino do Céu, mas, a elas, não. Pois quem tem
receberá mais, para que tenha mais ainda. Mas quem não tem, até o pouco que tem
lhe será tirado. É por isso que eu uso parábolas para falar com essas pessoas.
Porque elas olham e não enxergam; escutam e não ouvem, nem entendem. E assim
acontece com essas pessoas o que disse o profeta Isaías: “Vocês ouvirão, mas
não entenderão; olharão, mas não enxergarão nada. Pois a mente deste povo está
fechada: Eles taparam os ouvidos e fecharam os olhos.
Se eles não
tivessem feito isso, os seus olhos poderiam ver, e os seus ouvidos poderiam
ouvir; a sua mente poderia entender, e eles voltariam para mim, e eu os
curaria! — disse Deus.”
Mateus 13.11-15.
Veja
bem, o Apocalipse não foge à regra das Escrituras, por isso, não basta ler o
livro e esperar entender tudo quanto está escrito ali. Na verdade, precisamos,
como vimos nos episódios anteriores, conhecer o contexto bíblico, precisamos
acima de tudo: Pedir ao Senhor que nos revele!
O
Livro começa com essa expressão: Revelação de Jesus Cristo. Porque é justamente
isso o que o Senhor pretende com o livro: Revelar aos seus servos o que em
breve há de acontecer.
Temos
alguns personagens nesse Livro, ao que vamos bem compassadamente conversando,
para não nos perdermos no meio do caminho.
Então,
mãos à obra!!!
João,
é claramente o mesmo escritor do Evangelho de João, e das cartas de 1,2 e 3
João. Era o discípulo amado de Jesus (Jo 20.1-10). João era um dos discípulos
mais chegados de Jesus, sempre acompanhado de Tiago, seu irmão e Pedro,
companheiro de pesca. João participou dos momentos mais intensos do ministério
de Jesus, e por sinal, foi o único discípulo que esteve aos pés da Cruz no ato
da crucificação, além do que, Jesus lhe dirigiu a palavra muito perto de sua
morte no madeiro, entregando sua mãe aos cuidados desse discípulo amado (Jo
19.25).
No
capítulo 1 de Apocalipse, vemos João falando que ele recebeu a mensagem de
Jesus Cristo, por auxílio do anjo que Ele enviou até João. Anjo aqui é o ser
celestial que esperamos que seja mesmo, sem enigmas. Do grego, Ágelos (ἄγγελος)
quer dizer mensageiro, e nesse contexto, um mensageiro celestial, vindo
diretamente do trono de Deus.
O Apocalipse é na verdade uma carta dirigida a
um público específico para aquela época. Interessante frisarmos aqui que toda a
profecia bíblica tem pelo menos 3 aplicações:
1 –
Revelar a vontade de Deus ao público ao qual foi destinado no momento da
proclamação;
2 –
Mostrar Algo de Deus para se cumprir na história da Salvação.
3 –
Revelar palavras de conforto, confronto e esperança para mim e para você,
especificamente em cada texto através da atuação do Espírito de Jesus.
Apocalipse
tem essas três naturezas com toda a certeza, e mais, podemos interpretar com
uma quarta aplicação que é espetacular: Apocalipse é uma mensagem para todos os
cristãos de todas as épocas, pois contem não apenas o que vai acontecer, mas o
que acontece espiritualmente a cada geração de crentes.
Quer
saber como essas profecias de Apocalipse são destinadas a esses 4 públicos?
Simples, acompanhe comigo:
1 - O
Apocalipse foi destinado às sete igrejas na província da Ásia no final do
primeiro século para uma mensagem específica para cada uma das igrejas,
conforme vemos em Apocalipse 1.4;
2 – O
Apocalipse, foi dirigido a todas as Igrejas, mas especificamente a cada uma, em
que o Senhor diz a João: Escreve a Igreja. Veja Apocalipse 1.4; 2.1; 2.8; 2.12;
2.18; 3.1; 3.7; 3.14
3 – O
Apocalipse foi dirigido a todos os crentes: “Feliz aquele que lê as palavras
dessa profecia e felizes aqueles que ouvem e guardam o que nela está escrito,
porque o tempo está próximo.” Apocalipse 1.3.
A
mensagem é para mim e para você e nós não devemos apenas ler e entender, mas
praticar e guardar em nosso coração.
Quando
vemos sete Igrejas, na verdade vemos a representação de todas as Igrejas em
todas as épocas, ou seja, o conceito de Igreja Universal. Nesse momento, vamos
nos concentrar apenas na mensagem inicial, pois vamos falar mais sobre cada
igreja das sete representantes, no próximo episódio.
Nesse
sentido, precisamos entender então o primeiro símbolo que aparece aqui: As sete
Igrejas.
João
saúda as sete Igrejas com a saudação apostólica, ou seja, com a Graça e a Paz,
mas informando que fala em nome de três pessoas, que é ao mesmo tempo uma
única, ou seja, a trindade:
a) Aquele
que é, que era e que há de vir;
b) Os
sete espíritos que estão diante do trono de Deus;
c)
Jesus Cristo, o primogênito dentre os mortos;
Vamos
explicar, não se assuste!!!
a) Deus
pai, é representado através da eternidade, era, é, mas... e quanto ao termo “há
de vir”? Simples, a conotação é que Deus sempre existiu e um dia se revelará
aos seres humanos, ele não existirá, mas sempre existiu;
b) O
primogênito entre os mortos, significa que Jesus foi o primeiro a vencer a
morte e por sua ressureição, todos os filhos de Deus também vencerão;
c) Os
sete espíritos, complica, mas vamos à Bíblia pela própria Bíblia... Sete, como
já disse, significa perfeição, então mostra a forma de atuação do Espírito
Santo, aquele que opera em todas as situações. Nesse caso, Isaías 11.1,2 diz o seguinte:
Um ramo surgirá do tronco de
Jessé,
e das suas raízes brotará um
renovo.
O ¹Espírito do Senhor
repousará sobre ele,
o ²Espírito que dá sabedoria e
³entendimento,
o 4Espírito que
traz conselho e 5poder,
o 6Espírito que dá
conhecimento
e 7temor do Senhor.
Interessante,
né? A própria Bíblia se completa, basta conhece-la, que não há segredo algum!
Sabe o
que é mais interessante nessa saudação de João? É que Jesus é demonstrado como
sendo o próprio Deus, porque para o leitor judeu, daquela época, ver um texto
que junta o conceito da eternidade, o termo se referindo ao espírito sétuplo, e
Jesus, como o ramo que brota no tronco de Jessé, que vinha a ser o pai de Davi,
só pode levar a uma mensagem: Jesus é o Messias prometido!
João diz que Jesus vem em breve, com a expressão “Eis”, ele
denota algumas coisas interessantes: 1 – Palavra normalmente utilizada pelos
profetas para chamar atenção do ouvinte; 2 – Palavra que denota exposição, ou
seja, aqui está; 3 – Representa a iminência de alguma coisa.
João diz que Ele Virá novamente e será uma surpresa, porque
até os que o feriram o verão, ou seja, aqui, duas aplicações interessantes e
que se completam: 1 – Os Judeus, povo que não creu e que o crucificou; 2 – Os
próprios algozes, porque será quando todos os mortos ressuscitarão (1Ts
4.13-18).
Aqui mais uma vez a Bíblia declara que o momento da volta de
Jesus será vista por todos os seres humanos, não será nada oculto, embora
muitos teólogos façam a distinção entre o Arrebatamento e a Parousia (Ap 1.7;
Mt 24.30). Mas isso, vamos deixar para
discutir depois num episódio todo especial sobre o Arrebatamento.
Ah!!! não entendeu algum termo até
aqui? Você precisa urgente voltar nos nossos episódios anteriores, em especial,
o 2º, que chamamos carinhosamente de glossário, lá explicamos todos os termos
que usamos na Escatologia Bíblica.
Voltamos à nossa programação
normal!!!
Jesus declara a João que Ele é o Alfa e o ômega, o princípio
e o Fim, nesse contexto, Jesus não apenas reforça a sua identidade eterna,
porque diz que Era, é e há de Vir, mas também informa que é o criador e
consumador da história, confirmando aquilo que vemos no Evangelho de João
1.1-2, em especial quando diz: “...por meio dele, todas as coisas foram
criadas”.
João se identifica no versículo 9 de apocalipse 1, como
crente em Jesus e que estava preso por causa do Evangelho, ou seja, pela
perseguição promovida pelo Império Romano aos cristãos no primeiro século. João
foi o último discípulo de Jesus a morrer, e diferente dos demais, conforme a
tradição histórica, foi o único a não morrer pela perseguição, mas de velhice,
aos 100 anos de idade na ilha de Pátmos.
A Ilha
de Pátmos, onde o Apocalipse foi redigido pelo apóstolo João, é uma Ilha no mar
Egeu, próximo à Turquia. Na época do Império Romano, uma ilha deserta, onde
presos políticos eram lançados à própria sorte para morrer.
No
versículo 10 do primeiro capítulo de Apocalipse, João conta como se deu sua
visão: “Eu fui arrebatado em espírito”, algo como: fui levado
rapidamente a um lugar, e se foi no espírito, pouco importa onde foi.
O que
você vê, escreva num livro e envia às sete igrejas na Ásia. Livro, bem
diferente dos dias atuais, era um, rolo de papiro ou couro de animais,
conhecido como pergaminho. As sete Igrejas agora são nominadas uma a uma e João
se vira para ver quem fala com ele.
Aí
começam as visões que deveriam ser bem sinistras, ao mesmo tempo que
maravilhosas. João vê sete castiçais, e no meio, alguém semelhante ao Filho do
Homem, vestido até os pés e com um cinto de ouro no peito.
Vamos
às explicações:
1 – Sete
Castiçais de ouro - Sete, já sabemos que é a plenitude, mas dessa vez,
plenitude do que? Dos castiçais, ou seja, fontes de luz. Na antiguidade, haviam
algumas formas de se produzir luz: lamparinas, para uma pessoa iluminar em
deslocamento ou em pequenos cômodos. Mateus 5.14,15 fala que os discípulos de
Jesus são a luz do mundo e que essa lâmpada ou lamparina, deve ser deixada à
mostra para iluminar todo o ambiente. As 10 virgens, no capítulo 25 de Mateus,
levavam consigo, cada uma, uma lamparina e um pote de azeite, simbolizando a
presença do Espírito Santo. Aqui vemos a figura de sete castiçais, sendo que
castiçal era uma fonte de luz com vários focos, com pavios em potes de óleo,
mas ficavam em lugar fixo, como era o caso do “menorah”, um castiçal que
ficava no tabernáculo a partir do Êxodo e no Templo de Jerusalém a partir do
reinado de Salomão para simbolizar Israel – Olha os episódios anteriores – Não
vou falar de novo... nos próximos 5 minutos, tá?! Jesus é a Luz por excelência,
mas essa luz é propagada pelo mundo à fora, por meio da Igreja, aí, já vemos
porque sete castiçais, ou seja, sete fontes de luz, que tinham vários pavios
(membros) iluminando as sete cidades.
Esses
castiçais eram de ouro e esse é o símbolo de riqueza, mas também de pureza,
pois é refinado pelo fogo.
Poderia
ficar muitos dias falando apenas nesse assunto, e todas as suas nuances,
implicações e também das evidências bíblicas disso, mas vamos ter que ir
adiante, senão não terminamos nunca.
O
Jesus que João vê, já foi visto anteriormente pelos profetas do Antigo
Testamento, por isso, sugiro verificar os textos de Isaías 52.7, Ezequiel 1.24;
Daniel 10.6.
2 – Filho
do Homem - O Filho do homem, ou como vemos em algumas versões, um filho de
homem, ou alguém como um filho de homem. Isso faz referência a Jesus, porque
Ele era conhecido como “O Filho do Homem”. Os profetas disseram que o Messias
deveria ser conhecido como Filho do homem, pois isso denota um ser humano
mortal. Nesse sentido, Jesus era Filho do Homem, porque enquanto ser humano,
era mortal, tanto que morreu pela humanidade, por outro lado, também era
representante da humanidade, por isso, Filho do homem. A expressão em hebraico
é bem interessante: “Ben Adam” (בן אדם), que significa literalmente Filho de
Adão, que por sua vez, significa homem, humanidade, ou indo mais a fundo na
origem da palavra que veio da terra e no contexto bíblico, o primeiro ser
humano, ufa, que saga interessante. Paulo, em 1 Coríntios 15:45: Assim está
escrito: “O primeiro homem, Adão, tornou-se um ser vivente”; o
último Adão, espírito vivificante.
Já
em Romanos 5.15, diz o seguinte a respeito disso: É
verdade que, por causa de um só homem e por meio do seu pecado, a morte começou
a dominar a raça humana. Mas o resultado do que foi feito por um só homem,
Jesus Cristo, é muito maior! E todos aqueles que Deus aceita e que recebem como
presente a sua imensa graça reinarão na nova vida, por meio de Cristo.
3 – Vestido
até os pés, com cinto de ouro – Vestes compridas normalmente se referiam a
pessoas de classe real, ou sacerdotes (Ex 28.31-43). A Roupa, na antiguidade,
representava o status da pessoa, muito mais do que hoje. Não era a marca, nem a
grife, mas o estilo. Por exemplo, uma túnica poderia ser de vários modelos,
como a usada pelos sacerdotes, pelos juízes e também pelos mestres da lei.
Jesus, enquanto estava no seu ministério, usava habitualmente uma túnica de
mestre, e por onde andava, as pessoas o reconheciam por isso. Agora, vamos ver
ao longo de Apocalipse, que a túnica dele era de sacerdote e de rei,
intercalando nas visões esses modelitos. O cinto de ouro simboliza Realeza,
pois o cinto era um objeto comum para segurar a roupa mais justa ao corpo, mas
o detalhe do ouro, representa que quem João via era um Rei.
4 – Cabelos
brancos – Cabelos brancos são símbolo de honra, conforme Provérbios 16.31,
alguns interpretam como se fosse o “ancião de dias” de Daniel 7.9,
alguém que sempre existiu e por isso o cabelo branco, mas não é um consenso. Outra
interpretação é a brancura de pureza, pois os símbolos lã e neve, normalmente
estão vinculados a esse sentido na bíblia, como em Isaías 1.18.
5 – Olhos
brilhantes como fogo – Hebreus 4.13 diz que os olhos do Senhor estão em
toda a parte, já em hebreus 12.29 nos diz que nosso Deus é fogo consumidor.
Ora, se juntamos esses dois símbolos nas Escrituras, temos os olhos do Senhor,
que consomem todo o pecado e estão atentos a tudo o que acontece. Também
podemos interpretar como olhar de julgamento, nesse sentido.
6 – Os
pés brilhavam como bronze refinado na fornalha e depois polido – Os pés
estão associados à pregação, conforme Isaías 52.7, quanto a fogo, já vimos que se trata de purificação, e bronze,
normalmente é símbolo de força e segurança na Bíblia, como em Juízes 16.21, II
Samuel 3.34; II Reis 25.7; Lamentações 3.7. Por outro lado, alguns interpretam
a pureza desse bronze dos pés de Jesus, pois ele foi refinado pelo fogo e
brilha, nesse sentido, os pés daquele que foi provado pelo fogo e continuou
pregando o Evangelho.
7 – Voz como som de muitas águas – Esse é o símbolo
de força e poder, como se fosse uma voz poderosa. Essa fica fácil, pense numa
cachoeira, você só consegue conversar diante de um salto de água, se gritar
muito. A voz do Senhor é poderosa, e faz estremecer a qualquer um, veja Jó
37.2,4,5; Sl 18.13; Sl 29.4.
8 – Tinha em sua mão direita – Mão direita quer dizer
preferência ou honra (Is 41.10; Sl 110.1; 118.16);
9 – Sete Estrelas aqui se refere aos pastores das
sete igrejas, que já vimos anteriormente. Salmo 147.4 diz que Deus chama cada
estrela pelo nome. Estrela é fonte de luz, embora a mais citada nas Escrituras
não se tratar de uma estrela, e nem emite a própria luz, mas reflete a do Sol,
essa é a Estrela Dalva, nesse caso, o planeta vênus, que por estar perto da
Terra e em posição privilegiada, sempre é o primeiro astro a aparecer no céu,
como o último a “apagar” na manhã, por isso D’alva, da manhã. Nesse sentido,
como estrelas, os líderes e até os membros das igrejas em geral, refletem a Luz
de Jesus essa interpretação já está pronta também no próprio texto de
apocalipse, no versículo 20.
10 – Da sua boca saía uma espada afiada de dois gumes
– Efésios 6.17 diz que a Palavra de Deus é a espada do espírito, em Hebreus
4.12 diz que a Palavra de Deus é mais afiada que uma espada de 2 gumes. Acho
que esse até as crianças conseguem interpretar, né?
11 – Chaves
da morte e do Hades – Quando Jesus morre, leva nossos pecados e nos lava
com seu sangue, mas quando ressuscita, vence a morte e nos dá o direito de
vivermos para sempre com Ele. Nesse sentido, Agora é Jesus quem comanda a
morte, pois Ele mesmo diz em João 11.25 que Ele é a ressureição e a vida, quem
crê nele, ainda que esteja morto, viverá. Hades é a palavra grega, utilizada
pelos escritores do Novo Testamento e pela tradução do Antigo Testamento nessa
língua (septuaginta), para designar o
mundo dos mortos, ou seja, o estado intermediário da Alma, nesse sentido, Jesus
é quem nos dá acesso para a eternidade, sem ficar aguardando para sempre um julgamento...
Nem preciso dizer, né? Dá uma olhada nos episódios anteriores, vai?!
12 – Sete
anjos – Anjo, do grego Angelos, significa mensageiro, aquele que recebeu
uma mensagem para propagar, nesse sentido, os líderes são mensageiros de Deus
nas igrejas, aqui, são os pastores que recebem as mensagens e decodificam para
as sete igrejas.
Assim,
vencemos o primeiro capítulo de Apocalipse, interpretando cada versículo, e
cada símbolo que aparece nele, algo que vai facilitar muito do que vamos
conversar daqui para frente.
A semana que vem vamos avançar no livro
de apocalipse, interpretando as mensagens às Sete Igrejas, e já vou adiantando,
tem muita coisa boa pela frente, viu?! Venha
conosco nessa jornada. Te aguardo a semana que vem no episódio: Entre os
Candelabros!