quarta-feira, 17 de junho de 2020

Apocalipse em Gotas Episódio # 06 - Que história é essa de Anjo, Candelabro, Estrelas?

A Bíblia não é um livro todo codificado, como alguns pensam, muito menos esconde uma mensagem que ninguém pode entender. Pelo contrário, é uma revelação de verdades ocultas! Mas veja bem, isso para quem crê em Jesus e é controlado pelo Espírito Santo, porque quem tem poder para revelar aquilo que está escrito é o Espírito Santo. Olha o que Jesus disse em João capítulo 14 15-17; 25,26:
“Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos. E eu pedirei ao Pai, e ele dará a vocês outro Conselheiro para estar com vocês para sempre, o Espírito da verdade. O mundo não pode recebê-lo, porque não o vê nem o conhece. Mas vocês o conhecem, pois ele vive com vocês e estará em vocês”... ““Tudo isso tenho dito enquanto ainda estou com vocês. Mas o Conselheiro, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, ensinará a vocês todas as coisas e fará vocês lembrarem tudo o que eu disse.”

Quando Jesus é questionado porque falava em parábolas, ou seja, de forma simbólica, Jesus respondeu:
“A vocês Deus mostra os segredos do Reino do Céu, mas, a elas, não. Pois quem tem receberá mais, para que tenha mais ainda. Mas quem não tem, até o pouco que tem lhe será tirado. É por isso que eu uso parábolas para falar com essas pessoas. Porque elas olham e não enxergam; escutam e não ouvem, nem entendem. E assim acontece com essas pessoas o que disse o profeta Isaías: “Vocês ouvirão, mas não entenderão; olharão, mas não enxergarão nada. Pois a mente deste povo está fechada: Eles taparam os ouvidos e fecharam os olhos.
Se eles não tivessem feito isso, os seus olhos poderiam ver, e os seus ouvidos poderiam ouvir; a sua mente poderia entender, e eles voltariam para mim, e eu os curaria! — disse Deus.”  Mateus 13.11-15.
Veja bem, o Apocalipse não foge à regra das Escrituras, por isso, não basta ler o livro e esperar entender tudo quanto está escrito ali. Na verdade, precisamos, como vimos nos episódios anteriores, conhecer o contexto bíblico, precisamos acima de tudo: Pedir ao Senhor que nos revele!
O Livro começa com essa expressão: Revelação de Jesus Cristo. Porque é justamente isso o que o Senhor pretende com o livro: Revelar aos seus servos o que em breve há de acontecer.
Temos alguns personagens nesse Livro, ao que vamos bem compassadamente conversando, para não nos perdermos no meio do caminho.
Então, mãos à obra!!!

João, é claramente o mesmo escritor do Evangelho de João, e das cartas de 1,2 e 3 João. Era o discípulo amado de Jesus (Jo 20.1-10). João era um dos discípulos mais chegados de Jesus, sempre acompanhado de Tiago, seu irmão e Pedro, companheiro de pesca. João participou dos momentos mais intensos do ministério de Jesus, e por sinal, foi o único discípulo que esteve aos pés da Cruz no ato da crucificação, além do que, Jesus lhe dirigiu a palavra muito perto de sua morte no madeiro, entregando sua mãe aos cuidados desse discípulo amado (Jo 19.25).
No capítulo 1 de Apocalipse, vemos João falando que ele recebeu a mensagem de Jesus Cristo, por auxílio do anjo que Ele enviou até João. Anjo aqui é o ser celestial que esperamos que seja mesmo, sem enigmas. Do grego, Ágelos (ἄγγελος) quer dizer mensageiro, e nesse contexto, um mensageiro celestial, vindo diretamente do trono de Deus.
 O Apocalipse é na verdade uma carta dirigida a um público específico para aquela época. Interessante frisarmos aqui que toda a profecia bíblica tem pelo menos 3 aplicações:
1 – Revelar a vontade de Deus ao público ao qual foi destinado no momento da proclamação;
2 – Mostrar Algo de Deus para se cumprir na história da Salvação.
3 – Revelar palavras de conforto, confronto e esperança para mim e para você, especificamente em cada texto através da atuação do Espírito de Jesus.
Apocalipse tem essas três naturezas com toda a certeza, e mais, podemos interpretar com uma quarta aplicação que é espetacular: Apocalipse é uma mensagem para todos os cristãos de todas as épocas, pois contem não apenas o que vai acontecer, mas o que acontece espiritualmente a cada geração de crentes.
Quer saber como essas profecias de Apocalipse são destinadas a esses 4 públicos? Simples, acompanhe comigo:
1 - O Apocalipse foi destinado às sete igrejas na província da Ásia no final do primeiro século para uma mensagem específica para cada uma das igrejas, conforme vemos em Apocalipse 1.4;
2 – O Apocalipse, foi dirigido a todas as Igrejas, mas especificamente a cada uma, em que o Senhor diz a João: Escreve a Igreja. Veja Apocalipse 1.4; 2.1; 2.8; 2.12; 2.18; 3.1; 3.7; 3.14
3 – O Apocalipse foi dirigido a todos os crentes: “Feliz aquele que lê as palavras dessa profecia e felizes aqueles que ouvem e guardam o que nela está escrito, porque o tempo está próximo.” Apocalipse 1.3.
A mensagem é para mim e para você e nós não devemos apenas ler e entender, mas praticar e guardar em nosso coração.
Quando vemos sete Igrejas, na verdade vemos a representação de todas as Igrejas em todas as épocas, ou seja, o conceito de Igreja Universal. Nesse momento, vamos nos concentrar apenas na mensagem inicial, pois vamos falar mais sobre cada igreja das sete representantes, no próximo episódio.
Nesse sentido, precisamos entender então o primeiro símbolo que aparece aqui: As sete Igrejas.
João saúda as sete Igrejas com a saudação apostólica, ou seja, com a Graça e a Paz, mas informando que fala em nome de três pessoas, que é ao mesmo tempo uma única, ou seja, a trindade:

a) Aquele que é, que era e que há de vir;
b) Os sete espíritos que estão diante do trono de Deus;
c) Jesus Cristo, o primogênito dentre os mortos;

Vamos explicar, não se assuste!!!

a)   Deus pai, é representado através da eternidade, era, é, mas... e quanto ao termo “há de vir”? Simples, a conotação é que Deus sempre existiu e um dia se revelará aos seres humanos, ele não existirá, mas sempre existiu;

b)   O primogênito entre os mortos, significa que Jesus foi o primeiro a vencer a morte e por sua ressureição, todos os filhos de Deus também vencerão;

c)   Os sete espíritos, complica, mas vamos à Bíblia pela própria Bíblia... Sete, como já disse, significa perfeição, então mostra a forma de atuação do Espírito Santo, aquele que opera em todas as situações. Nesse caso, Isaías 11.1,2 diz o seguinte:
Um ramo surgirá do tronco de Jessé,
e das suas raízes brotará um renovo.

O ¹Espírito do Senhor
repousará sobre ele,
o ²Espírito que dá sabedoria e ³entendimento,
o 4Espírito que traz conselho e 5poder,
o 6Espírito que dá conhecimento
e 7temor do Senhor.
Interessante, né? A própria Bíblia se completa, basta conhece-la, que não há segredo algum!
Sabe o que é mais interessante nessa saudação de João? É que Jesus é demonstrado como sendo o próprio Deus, porque para o leitor judeu, daquela época, ver um texto que junta o conceito da eternidade, o termo se referindo ao espírito sétuplo, e Jesus, como o ramo que brota no tronco de Jessé, que vinha a ser o pai de Davi, só pode levar a uma mensagem: Jesus é o Messias prometido!  
         João diz que Jesus vem em breve, com a expressão “Eis”, ele denota algumas coisas interessantes: 1 – Palavra normalmente utilizada pelos profetas para chamar atenção do ouvinte; 2 – Palavra que denota exposição, ou seja, aqui está; 3 – Representa a iminência de alguma coisa.
         João diz que Ele Virá novamente e será uma surpresa, porque até os que o feriram o verão, ou seja, aqui, duas aplicações interessantes e que se completam: 1 – Os Judeus, povo que não creu e que o crucificou; 2 – Os próprios algozes, porque será quando todos os mortos ressuscitarão (1Ts 4.13-18).
         Aqui mais uma vez a Bíblia declara que o momento da volta de Jesus será vista por todos os seres humanos, não será nada oculto, embora muitos teólogos façam a distinção entre o Arrebatamento e a Parousia (Ap 1.7; Mt 24.30).  Mas isso, vamos deixar para discutir depois num episódio todo especial sobre o Arrebatamento.
Ah!!! não entendeu algum termo até aqui? Você precisa urgente voltar nos nossos episódios anteriores, em especial, o 2º, que chamamos carinhosamente de glossário, lá explicamos todos os termos que usamos na Escatologia Bíblica.
Voltamos à nossa programação normal!!!
         Jesus declara a João que Ele é o Alfa e o ômega, o princípio e o Fim, nesse contexto, Jesus não apenas reforça a sua identidade eterna, porque diz que Era, é e há de Vir, mas também informa que é o criador e consumador da história, confirmando aquilo que vemos no Evangelho de João 1.1-2, em especial quando diz: “...por meio dele, todas as coisas foram criadas”.
         João se identifica no versículo 9 de apocalipse 1, como crente em Jesus e que estava preso por causa do Evangelho, ou seja, pela perseguição promovida pelo Império Romano aos cristãos no primeiro século. João foi o último discípulo de Jesus a morrer, e diferente dos demais, conforme a tradição histórica, foi o único a não morrer pela perseguição, mas de velhice, aos 100 anos de idade na ilha de Pátmos.
A Ilha de Pátmos, onde o Apocalipse foi redigido pelo apóstolo João, é uma Ilha no mar Egeu, próximo à Turquia. Na época do Império Romano, uma ilha deserta, onde presos políticos eram lançados à própria sorte para morrer.
No versículo 10 do primeiro capítulo de Apocalipse, João conta como se deu sua visão: “Eu fui arrebatado em espírito”, algo como: fui levado rapidamente a um lugar, e se foi no espírito, pouco importa onde foi.
O que você vê, escreva num livro e envia às sete igrejas na Ásia. Livro, bem diferente dos dias atuais, era um, rolo de papiro ou couro de animais, conhecido como pergaminho. As sete Igrejas agora são nominadas uma a uma e João se vira para ver quem fala com ele.
Aí começam as visões que deveriam ser bem sinistras, ao mesmo tempo que maravilhosas. João vê sete castiçais, e no meio, alguém semelhante ao Filho do Homem, vestido até os pés e com um cinto de ouro no peito.

Vamos às explicações:

1 – Sete Castiçais de ouro - Sete, já sabemos que é a plenitude, mas dessa vez, plenitude do que? Dos castiçais, ou seja, fontes de luz. Na antiguidade, haviam algumas formas de se produzir luz: lamparinas, para uma pessoa iluminar em deslocamento ou em pequenos cômodos. Mateus 5.14,15 fala que os discípulos de Jesus são a luz do mundo e que essa lâmpada ou lamparina, deve ser deixada à mostra para iluminar todo o ambiente. As 10 virgens, no capítulo 25 de Mateus, levavam consigo, cada uma, uma lamparina e um pote de azeite, simbolizando a presença do Espírito Santo. Aqui vemos a figura de sete castiçais, sendo que castiçal era uma fonte de luz com vários focos, com pavios em potes de óleo, mas ficavam em lugar fixo, como era o caso do “menorah”, um castiçal que ficava no tabernáculo a partir do Êxodo e no Templo de Jerusalém a partir do reinado de Salomão para simbolizar Israel – Olha os episódios anteriores – Não vou falar de novo... nos próximos 5 minutos, tá?! Jesus é a Luz por excelência, mas essa luz é propagada pelo mundo à fora, por meio da Igreja, aí, já vemos porque sete castiçais, ou seja, sete fontes de luz, que tinham vários pavios (membros) iluminando as sete cidades.
Esses castiçais eram de ouro e esse é o símbolo de riqueza, mas também de pureza, pois é refinado pelo fogo.
Poderia ficar muitos dias falando apenas nesse assunto, e todas as suas nuances, implicações e também das evidências bíblicas disso, mas vamos ter que ir adiante, senão não terminamos nunca.
O Jesus que João vê, já foi visto anteriormente pelos profetas do Antigo Testamento, por isso, sugiro verificar os textos de Isaías 52.7, Ezequiel 1.24; Daniel 10.6.
2 – Filho do Homem - O Filho do homem, ou como vemos em algumas versões, um filho de homem, ou alguém como um filho de homem. Isso faz referência a Jesus, porque Ele era conhecido como “O Filho do Homem”. Os profetas disseram que o Messias deveria ser conhecido como Filho do homem, pois isso denota um ser humano mortal. Nesse sentido, Jesus era Filho do Homem, porque enquanto ser humano, era mortal, tanto que morreu pela humanidade, por outro lado, também era representante da humanidade, por isso, Filho do homem. A expressão em hebraico é bem interessante: “Ben Adam” (בן אדם), que significa literalmente Filho de Adão, que por sua vez, significa homem, humanidade, ou indo mais a fundo na origem da palavra que veio da terra e no contexto bíblico, o primeiro ser humano, ufa, que saga interessante. Paulo, em 1 Coríntios 15:45: Assim está escrito: “O primeiro homem, Adão, tornou-se um ser vivente”; o último Adão, espírito vivificante. Já em Romanos 5.15, diz o seguinte a respeito disso: É verdade que, por causa de um só homem e por meio do seu pecado, a morte começou a dominar a raça humana. Mas o resultado do que foi feito por um só homem, Jesus Cristo, é muito maior! E todos aqueles que Deus aceita e que recebem como presente a sua imensa graça reinarão na nova vida, por meio de Cristo.
3 – Vestido até os pés, com cinto de ouro – Vestes compridas normalmente se referiam a pessoas de classe real, ou sacerdotes (Ex 28.31-43). A Roupa, na antiguidade, representava o status da pessoa, muito mais do que hoje. Não era a marca, nem a grife, mas o estilo. Por exemplo, uma túnica poderia ser de vários modelos, como a usada pelos sacerdotes, pelos juízes e também pelos mestres da lei. Jesus, enquanto estava no seu ministério, usava habitualmente uma túnica de mestre, e por onde andava, as pessoas o reconheciam por isso. Agora, vamos ver ao longo de Apocalipse, que a túnica dele era de sacerdote e de rei, intercalando nas visões esses modelitos. O cinto de ouro simboliza Realeza, pois o cinto era um objeto comum para segurar a roupa mais justa ao corpo, mas o detalhe do ouro, representa que quem João via era um Rei.
4 – Cabelos brancos – Cabelos brancos são símbolo de honra, conforme Provérbios 16.31, alguns interpretam como se fosse o “ancião de dias” de Daniel 7.9, alguém que sempre existiu e por isso o cabelo branco, mas não é um consenso. Outra interpretação é a brancura de pureza, pois os símbolos lã e neve, normalmente estão vinculados a esse sentido na bíblia, como em Isaías 1.18.
5 – Olhos brilhantes como fogo – Hebreus 4.13 diz que os olhos do Senhor estão em toda a parte, já em hebreus 12.29 nos diz que nosso Deus é fogo consumidor. Ora, se juntamos esses dois símbolos nas Escrituras, temos os olhos do Senhor, que consomem todo o pecado e estão atentos a tudo o que acontece. Também podemos interpretar como olhar de julgamento, nesse sentido.
6 – Os pés brilhavam como bronze refinado na fornalha e depois polido – Os pés estão associados à pregação, conforme Isaías 52.7, quanto a fogo,  já vimos que se trata de purificação, e bronze, normalmente é símbolo de força e segurança na Bíblia, como em Juízes 16.21, II Samuel 3.34; II Reis 25.7; Lamentações 3.7. Por outro lado, alguns interpretam a pureza desse bronze dos pés de Jesus, pois ele foi refinado pelo fogo e brilha, nesse sentido, os pés daquele que foi provado pelo fogo e continuou pregando o Evangelho.
         7 – Voz como som de muitas águas – Esse é o símbolo de força e poder, como se fosse uma voz poderosa. Essa fica fácil, pense numa cachoeira, você só consegue conversar diante de um salto de água, se gritar muito. A voz do Senhor é poderosa, e faz estremecer a qualquer um, veja Jó 37.2,4,5; Sl 18.13; Sl 29.4.
         8 – Tinha em sua mão direita – Mão direita quer dizer preferência ou honra (Is 41.10; Sl 110.1; 118.16);
         9 – Sete Estrelas aqui se refere aos pastores das sete igrejas, que já vimos anteriormente. Salmo 147.4 diz que Deus chama cada estrela pelo nome. Estrela é fonte de luz, embora a mais citada nas Escrituras não se tratar de uma estrela, e nem emite a própria luz, mas reflete a do Sol, essa é a Estrela Dalva, nesse caso, o planeta vênus, que por estar perto da Terra e em posição privilegiada, sempre é o primeiro astro a aparecer no céu, como o último a “apagar” na manhã, por isso D’alva, da manhã. Nesse sentido, como estrelas, os líderes e até os membros das igrejas em geral, refletem a Luz de Jesus essa interpretação já está pronta também no próprio texto de apocalipse, no versículo 20.
         10 – Da sua boca saía uma espada afiada de dois gumes – Efésios 6.17 diz que a Palavra de Deus é a espada do espírito, em Hebreus 4.12 diz que a Palavra de Deus é mais afiada que uma espada de 2 gumes. Acho que esse até as crianças conseguem interpretar, né?
11 – Chaves da morte e do Hades – Quando Jesus morre, leva nossos pecados e nos lava com seu sangue, mas quando ressuscita, vence a morte e nos dá o direito de vivermos para sempre com Ele. Nesse sentido, Agora é Jesus quem comanda a morte, pois Ele mesmo diz em João 11.25 que Ele é a ressureição e a vida, quem crê nele, ainda que esteja morto, viverá. Hades é a palavra grega, utilizada pelos escritores do Novo Testamento e pela tradução do Antigo Testamento nessa língua (septuaginta),  para designar o mundo dos mortos, ou seja, o estado intermediário da Alma, nesse sentido, Jesus é quem nos dá acesso para a eternidade, sem ficar aguardando para sempre um julgamento... Nem preciso dizer, né? Dá uma olhada nos episódios anteriores, vai?!
12 – Sete anjos – Anjo, do grego Angelos, significa mensageiro, aquele que recebeu uma mensagem para propagar, nesse sentido, os líderes são mensageiros de Deus nas igrejas, aqui, são os pastores que recebem as mensagens e decodificam para as sete igrejas.
  
Assim, vencemos o primeiro capítulo de Apocalipse, interpretando cada versículo, e cada símbolo que aparece nele, algo que vai facilitar muito do que vamos conversar daqui para frente.
         A semana que vem vamos avançar no livro de apocalipse, interpretando as mensagens às Sete Igrejas, e já vou adiantando, tem muita coisa boa pela frente, viu?!  Venha conosco nessa jornada. Te aguardo a semana que vem no episódio: Entre os Candelabros! 

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